quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Em português de Portugal direto para vocês! Os Doces de Lisboa!

Bom dia !!
Fazendo uma pesquisa num site sobre Portugal olhem só o que encontrei!
Bom docinhos pra vcs!! rsrsrsr

Portugal
    Difícil mesmo, será escolher de entre as principais especialidades regionais: Arroz doce, Leite-creme, Lampreia de ovos, Queijadas de Sintra, Fofos de Belas, Trouxas da Malveira, Ouriços e areias da Ericeira, Lezírias de Vila Franca de Xira, Trouxas de ovos e cavacas das Caldas, Pão de ló de Alfeizerão, Painho e Landal, Arrepiados de Almoster, Pastéis de feijão de Torres Vedras, Sonhos de Natal, Brisas do Liz, Marmelada branca de Odivelas, Palha de Abrantes, Farófias, Nozes e Doces de ovos de Cascais, Queijinhos do céu de Montalvo e Tijeladas do Sardoal, Fatias de Tomar, Bolos de cabeça de Torres Novas, Fofas de Mação e Cartuchos de Cernache do Bonjardim, Saloios de Bucelas e Doce de abóbora com laranja.

Em Lisboa ... o Pastel de Belém!!!!!!!!!!!!!

     Um aroma a natas e a canela espraia-se pela zona, e a cem metros de distância já se sente a aproximação a um dos locais “sagrados” da doçaria mundial: resistindo à industrialização, à venda ou ao franchising, os Pastéis de Belém continuam a ser um dos melhores embaixadores de Lisboa. Todos caem na doce tentação.
Na zona de Belém, ponto turístico obrigatório de Lisboa, há uma pastelaria muito especial, cuja fama corre mundo: “a única e verdadeira fábrica dos Pastéis de Belém”. Durante todo o dia, todos os dias do ano, cerca de dez mil pastéis, artesanais, totalmente feitos à mão, saem dali, fresquinhos, prontos a comer. 
Reza a lenda que, tal como em relação a quase toda a outra doçaria tradicional portuguesa, a origem dos Pastéis de Belém terá sido uma receita conventual do vizinho Mosteiro dos Jerónimos. Com a revolução Liberal, em 1820, as ordens religiosas foram extintas em Portugal, e os seus conventos nacionalizados. Os trabalhadores laicos que lá viviam, entre eles os pasteleiros, foram arranjando emprego cá fora. Parece que o doceiro dos Jerónimos, detentor da preciosa receita, foi trabalhar para uma refinaria de açúcar das proximidades, e dentro de pouco tempo os “verdadeiros Pastéis de Belém” eram vendidos ao público. 
O êxito foi imediato entre os alfacinhas, que acorriam a comprar o novo doce. Depois, foi a notoriedade nacional. Com o aparecimento do turismo de massas, em meados do século passado, a fama dos Pastéis de Belém tem corrido mundo, de Nova Iorque ao Japão.
Não admira que, com este êxito, muitos tenham tentado, em Portugal e no estrangeiro, imitar o produto. Mas, até agora, sem resultados. O primeiro doceiro, o tal que veio do Mosteiro dos Jerónimos, trabalhava de madrugada, em segredo, fechado num quarto, onde não deixava ninguém entrar, enquanto misturava os ingredientes na proporção certa, tal como lhe tinha ensinado o frade inventor da receita.
Acautelando imitações, o dono da pastelaria registou mais tarde a patente da receia, e o segredo tem sido bem guardado até hoje.
Actualmente, apenas três pessoas estão a par da receita mágica – um pasteleiro que trabalha na casa há meio século, e dois ajudantes, da sua total confiança, que também ali estão há décadas. Eles tiveram que fazer um juramento e assinar um termo de responsabilidade em como não podiam ensinar o segredo.
Actualmente, é fabricada uma média de 10 mil pastéis diários. Segundo os pasteleiros da casa, o que distingue os Pastéis de Belém dos pastéis de nata normais que se vendem em outros estabelecimentos é, além da receita com as proporções certas, o investimento no trabalho manual e os ingredientes de primeira qualidade – farinha, açúcar, leite e ovos.
O êxito dos Pastéis de Belém tem sido objecto de estudo para os mais variados fins. Desde alunos da escola primária que enviam cartas manuscritas perguntando quais os ingredientes da receita, até aos estudantes de Antropologia que constroem teses sobre aquele doce, tudo tem passado por Pedro Clarinha, gerente da casa desde 1984. Pedro Clarinha garante que responde a todos os pedidos e prova o seu interesse pela história dos Pastéis de Belém ao coleccionar não só estes trabalhos como os recortes de imprensa, curiosidades, fotografias e autógrafos de todos os famosos que por ali vão passando.
O processo de fabrico continua a ter o seu lado artesanal. A massa é moldada nas formas à mão por um grupo de mulheres, que poderiam ser substituídas por uma máquina se não fosse a preocupação com o método artesanal que faz parte da filosofia da casa. 
De resto, a Fábrica dos Pastéis de Belém tem estado frequentemente “contra a corrente”, explica Pedro Clarinha. Há uns anos, quando muitos cafés quase aboliram as cadeiras para afastar os clientes que permaneciam uma tarde inteira à frente de uma ‘bica’, a Fábrica decidiu apostar em mais mesas – e com resultado. Mais recentemente, aumentaram as propostas de compra e de franchising mas, sem rejeitar a ideia de expandir o negócio, o dono tem resistido.




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Viagem 2011/2012 - Parte V

... continuação Parte V....

Olá !!!
Hoje vamos continuar com mais uma cidadezinha linda da Alemanha, e para nós muito especial... pois foi nela que vimos nevar pela primeira vez em nossas vidas...e pela primeira vez na viagem também... kkkk
Pena que jé estamos no último dia ... snif snif...
Está no fim mais uma Maravilhosa viagem a Europa.
Mas chega de lamentações e vamos ao que interessa!

Oberammergau
Sua História:
   É um município no distrito de Garmisch-Partenkirchen , no estado federal da Baviera , Alemanha.
Em 1633, durante uma epidemia de peste , os moradores prometeram realizar uma encenação periódica paixão de Cristo se eles ficassem protegidos da doença. Esta foi a origem da tradição agora mundialmente famosa, que foi realizado pela primeira vez em 1634. A encenação é feita a cada dez anos, envolvendo mais de 2000 moradores. A próxima está prevista para 2020.
Oberammergau é também conhecida pela alta qualidade e quantidade de fresco nas fachadas de várias casas, conhecidas como o alemão " Lüftlmalerei "e são comuns na Baviera superior . A palavra " Lüftlmalerei "parece se originar na" casa Lüftl Zum "em Oberammergau, que era a residência do pintor Franz Seraph Zwinck fachada (1748-1792).
A vila também tem uma longa tradição em talha. As ruas contem dezenas de lojas que vendem imagens religiosas, relógios, brinquedos e peças de humor. 
O turismo é a principal atividade econômica das pessoas, sendo uma parada quase obrigatória para os turistas que visitam o palácio de Linderhof e mosteiro Ettal , que estão a curta distância.
(Fonte: Wikipédia)

Como vcs podem ver nós pegamos um dia muito feio. Chovia, parava, chovia parava, mas mesmo assim conseguimos curtir esta graça de cidade. Ela é Show!! Quando paramos para conhecê-la estava chovendo ainda, mas logo parou e pudemos aproveitar as milhares de lojinhas com enfeites natalinos que existe na cidade. Eu quase enlouqueci!! rsrsrsrs 

Queria trazer um pouquinho de tudo, mas era impossível... por dois motivos, primeiro porque os produtos natalinos são caros e segundo... Não CABIA MAIS NADA nas malas...
Mas mesmo assim consegui comprar algumas coisinhas... pequenas...kkk
Mas voltando a cidade, que fofa!!
Muito  bem cuidada , as pinturas em suas lojas, Hotéis, etc... super preservada... linda!! É a única palavra para descrever Oberammergau.  
E ela sempre estará em nossas lembranças, pois nessa LINDA cidade que vimos nevar pela primeira vez em nossas vidas... Que lindo!
Claro que como todo turista que nunca viu neve, pagamos aquele King Kong...rsrsrsrsrs
Mas é impossível se controlar... é muito diferente ver aqueles floquinhos caindo do céu. Pena que é nosso último dia. Queria tanto ver a cidade toda branquinha de neve... Mas valeu!
Depois disso a neve ia e voltava... e ficou assim o dia todo. Inclusive na cidade onde estávamos hospedados. E assim terminou a nossa visita a Alemanha! Sob a linda neve do inverno.
No dia seguinte saímos em direção a Milão a nossa última cidade... a deixamos por último pois o Vôo de volta teria que sair de lá.
Mas no caminho depois que paramos na casa da Tia Elisete, para matarmos a saudade, o que encontramos no caminho?????
Neve!! MUUUITA neve!!!!!! kkkkkkkkkkk
Isso aconteceu logo que saímos do túnel de Saint Gothard (túnel rodoviário com 16,4 km). Quando entramos nele a nossa paisagem era cinzenta e chovia, mas quando saímos dele olha só o que encontramos:

Viu só!! BRANQUINHOOOO!!!!  É muito LINDO!! Tudo branco branco... que vontade de sair correndo e fazer um anjinho nessa neve tão linda!! Bom acho que posso terminar a viagem feliz!!  
Andamos nessa brancura toda uns 4 km, depois tudo já voltava ao normal... frio e cinzento.
E enfim chegamos a Milão, a nossa última cidade.... 
Milão é uma cidade grande, muito bonita mas não tem aquele charme das cidadezinhas da Toscana.
Chegamos no hotel deixamos as malas e saímos a procura de um lugar para comer. E depois voltamos para o hotel, pois estávamos muito cansados.
Último dia...
...  feliz por voltar para casa e reencontrar a família e os amigos... mas triste por ter que deixar a minha Bella Itália...
Milão
Sua História:
  A cidade foi fundada sob o nome de Mediolanum pelos ínsubres, um povo celta. Posteriormente, foi capturado pelos romanos em 222 a.C, tornando-se assim muito bem sucedida sob o Império Romano. Mais tarde, Milão foi governada por Visconti, Sforza, os espanhóis em 1500 e os austríacos em1700. Em 1796, Milão foi conquistada por Napoleão I, que fez dela a capital do seu Reino de Itália em 1805. Durante o período romântico, Milão foi um importante centro cultural na Europa, atraindo vários artistas, compositores e importantes figuras literárias. Mais tarde, durante a Segunda Guerra Mundial, a cidade foi gravemente afetada pelos bombardeios dos Aliados, e após a ocupação alemã em 1943, Milão tornou-se o principal centro da resistência italiana. Apesar disso, Milão viu um pós-guerra, o crescimento econômico, atraindo milhares de imigrantes do sul da Itália e do exterior.

Milão é conhecida mundialmente como a capital do design, com maior influência global no comércio, na indústria, música, desporto, literatura, arte emídia, tornando-se uma das cidades principais do mundo. A metrópole é especialmente famosa por suas casas e lojas de moda (como a Via Montenapoleone) e a Galleria Vittorio Emanuele na Piazza Duomo (o shopping mais antigo do mundo). A cidade tem um rico patrimônio cultural e possui uma culinária riquíssima em pratos variados (é o lar de inúmeros pratos famosos, como o bolo de Natal e Panetone). A cidade tem um musical particularmente famoso, principalmente operística, por tradição, é a casa de vários compositores importantes (como Giuseppe Verdi) e teatros (como o Teatro alla Scala). Milão é também conhecida por conter vários museus importantes, universidades, academias, palácios, igrejas ebibliotecas (tais como a Academia de Brera e o Castello Sforzesco).
(Fonte: Wikipédia)

 
 
 
 
 
 
 
Aproveitamos que o vôo iria sair as 19h e fomos conhecer um pouquinho de Milão. Como não tínhamos muito tempo resolvemos ir somente conhecer o Duomo e a galeria.
A praça é realmente LINDA, MAGNIFICA!!
E ficou ainda mais legal, pois, estava tendo o encontro dos motoqueiros, em comemoração a Festa da Epifânia(1).
Muita gente fantasiado de bruxa e muitas motos e carros com a Bruxa em cima... foi muito divertido.
E foi nessa diversão que nos despedimos da Itália e voltamos pra casa.

... Mas como todo retorno, ficou o gostinho de quero mais... principalmente da Toscana que um dia, como já disse, quero voltar e fazê-la com calma, desvendando cada mistério que se esconde nas ruelas de suas cidadezinhas.
Até a próxima!!!

(1)(História:  Aqui vai a descrição de uma festa muito tradicional na Itália. A festa é uma celebração da visita dos três Reis Magos ao menino Jesus. Na Itália é habito que uma bruxa boa deixe balas e doces nas  meias penduradas na lareira, para as crianças que foram boazinhas e um carvão para as que não foram. A figura da BEFANA (a tal bruxa) é tão forte, que o dia 6 de janeiro é mais conhecido como o dia da befana do que o Dia de Reis. Diz a lenda que a os Reis teriam se perdido durante a viagem até Belém, então uma velhinha os ajudou. Ela não quis seguir caminho com eles, mas depois mudou de ideia e para conseguir encontrar o caminho certo, ia batendo de porta e porta e pedindo ajuda, dando doces para as crianças. (Fonte: http://conectaitalia.blogspot.com/2011/01/tradicao-cultura-l-epifania.html)).