quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Viagem 2011/2012 - Parte III

Olá!!!


Vamos à parte III!
Mas antes a pergunta: o que estão achando da Toscana? 
Eu simplesmente fiquei apaixonada... Falei que um dia... quando me aposentar, quero ir morar lá!! Já imaginou que delícia... acordar com essas paisagens lindas... comer presunto de parma, muzzarella de bufala e tomar um sorvete delicioso todas as tardes... Hum.... que delicia... 
Mas vamos voltar a realidade e... continuar a nossa viagem pela Toscana... ainda tenho 02 cidadezinhas para apresentar pra vcs antes de irmos para a região de Veneto.


Monteriggioni

Sua História:
    Sobre uma pequena colina natural, esta cidade medieval amuralhada na província de Siena ( Toscana ) foi construída no século XIII pelos senhores do Siena, para controlar a estrada Cassia que percorria Val d'Elsa e Staggia Val a oeste de Monteriggioni.
Exceto por qualquer trabalho realizado no século XVI , muito pouco tem sido feito nas paredes de Monteriggioni ou edifícios construídos desde a primeira vez. Assim, os muros e casas de Monteriggioni estão entre os exemplos mais bem conservados de seu tempo em toda a Itália, então não é surpreendente que atrai turistas, bem como arquitetos, historiadores e arqueólogos medievais.
A cidade serviu como uma fortificação defensiva e teve um papel vital nos conflitos entre Siena e Florença durante a Idade Média , quando Florença estava se esforçando para aumentar seu território. Ao longo dos anos, Monteriggioni com sucesso resistiu a muitos ataques florentinos e a algumas das forças sob o comando do bispo de Volterra, que também procurou dominar a área.
Que cidade!! Ai ai... Ela é tão pequena que parece mais uma vila grande perdida na imensidão do campo.  Toda murada como muitas outras, mas a sua diferença é que em 30 minutos vc consegue conhecê-la. Não, não é exagero! Sabe as nossas cidadezinhas do interior que uma rua entra e a outra sai da cidade... Monteriggione é exatamente isso, mas... com séculos e séculos de história... Depois que vc passa pelo portão de entrada, vc é arremessado diretamente à época medieval. Seus muros, suas lojinhas.... dizem que é a cidade que mais se manteve intacta desde seus primórdios, e sinceramente, sou obrigada a concordar plenamente. Simplesmente amei!! Linda Linda!

Colle di Val D'Elsa
Sua Históri
     Olhando de fora, a cidade parece ser bem pequena, mas é puro engano. Afinal, inicialmente eram três áreas independentes - Borgo di Santa Caterina, Castello di Piticciano e Piano – que foram agrupadas. Os dois povoados mais antigos eram frequentados pelas classes dominantes enquanto que Piano abrigava uma área industrial responsável pela fabricação de papel. Com o passar do tempo novas atividades econômicas começaram a movimentar a cidade que passou a produzir cristais em grande quantidade. Então, Colle di Val d’Elsa ficou conhecida, no século XIX, como a “Cidade de Cristal”, a Bohemia da Itália, chegando a ser responsável pela produção de 15% dos cristais do mundo.
Colle di Val d’Elsa surgiu no século X. Mas, foi só no final do século XII que começou a se desenvolver. Sua história é caracterizada por episódios frequentes de violência. Um dos mais famosos deles foi a batalha de 1269, entre os guelfos e gibelinos, que teve importantes repercussões sobre o equilíbrio político na Toscana. Durante o século XVI, Colle di Val d'Elsa ainda fazia parte da esfera de Florença. Lentamente foi ganhando força graças as famílias Medici e Usimbardi e se tornou uma província independente.
Outra cidadezinha Magnifica!!
Essa foi a nossa primeira cidade fantasma da viagem... raríssimas pessoas nas ruas, o que tornou-a mais medieval ainda.
Pra mim ela deveria ser ponto de parada obrigatório para todos que vão à Toscana.
Acho que todo mundo (dos que gostam desse tipo de passeio), deveriam pelo menos uma vez na vida conhecer suas construções, suas igrejas e suas ruas de pedra...
Fiquei sentada no banco em frente a Igreja, relembrando histórias de livros que li, e que agora serão mais reais ainda, pois tudo é exatamente como descrevem. 
Você se sente realmente naquela época... e o mais legal é que aqui a maioria das construções ainda preservam as argolas nas paredes onde se amarravam os cavalos na época...
Pra mim "uma das" mais lindas cidades da Toscana... simplesmente Stupenda!!!


No dia 01/01/2012 saímos da Toscana em direção a Veneto.

É muito triste ter que deixar a Toscana. Eu simplesmente me apaixonei por ela. Se no frio ela já é linda... imaginem essa região na primavera e no verão! Deve ser um espetáculo!!
Mas muito em breve vou poder contar à vcs como ela é no finalzinho do verão e no começo do outono... hihihihi  Já estamos planejando outra viagem para lá em Setembro/2012!!
Só assim para acalmar esse coração apaixonado por essa terra maravilhosa!!
Mas essa é uma outra história, que falaremos em outra hora.
Agora é hora de conhecer a única cidade da região de Veneto que conhecemos... a tão falada ... Verona!!  A cidade de Romeu e Julieta!

Verona
Sua História:
   A cidade de Verona, ao que parece foi fundada pelos Celtas. Mais tarde, foi uma colónia romana em 89, com o nome de Augusta. Foi capital deducados durante a Reino Lombardo. Em 145 foi uma colônia de monges Benedetinos.

Verona chegou a ostentar a supremacia artística de toda a Itália, sendo sede de uma escola pictórica onde se destacou Paolo Veronese.
Verona foi palco para a célebre matança de franceses conhecida com o nome de Páscoas Veronesas.
A cidade foi declarada patrimonio da humanidade pela UNESCO por causa da sua estrutura urbana e arquitetura: Verona é um maravilhoso exemplo de cidade que se desenvolveu progressivamente e sem interrupções durante dois mil anos, integrando elementos artísticos de altissima qualidade dos diversos períodos que se seguiram, representa também, em um modo excepcional o conceito de uma cidade fortificada em etapas determinantes da historia europeia.
(Fonte: Wikipédia)
Que cidade mais linda!!!
Ela é puro charme... muitos detalhes e muitas coisas para ver... pena que o nosso tempo era curto, pois a minha vontade era de ficar por lá mais uns 03 dias. Assim teria tempo de percorrer cada ruelinha de Verona. E desvendar seus mistérios...
Verona é stupenda!!  E com certeza, voltarei a vê-la mais uma vez,  para curti-la como ela merece. 
E aqui é finito (é o fim)  da minha Bella Itália.  Nossa próxima parada será Áustria e Alemanha.... até já!!
Ah!! Quase me esqueci!! Preciso contar um pouquinho da História de Romeu e Julieta... então aí vai! 
História:
   A peça abre numa rua com o desentendimento entre os Montecchios e os Capuletos. O Príncipe de Veronaintervém e declara que irá punir com morte as pessoas que colaborarem para mais uma briga de ambas as famílias. Mais tarde, Páris conversa com Capuleto sobre o casamento de sua filha com ele, mas Capuleto está confuso quanto o pedido porque Julieta tem somente treze anos. Capuleto pede para Páris aguardar dois anos e o convida a uma planejada festa de balé que será realizada na casa. A Senhora Capuleto e a Ama de Julieta tentam persuadir a moça a aceitar o cortejo de Páris. Após a briga, Benvólio encontra-se com seu primo Romeu, filho dos Montecchios, e conversa sobre a depressão do moço. Benvólio acaba descobrindo que ela é o resultado de um amor não-correspondido por uma garota chamada Rosalina, uma das sobrinhas do Capuleto. Persuadido por Benvólio e Mercúcio, Romeu atende o convite da festa que acontecerá na casa dos Capuletos em esperança de encontrar-se com Rosalina. Contudo, Romeu apaixona-se perdidamente por Julieta. Após a festa, na famosa "cena da varanda", Romeu pula o muro do pátio dos Capuletos e ouve as declarações de amor de Julieta, apesar de seu ódio pelos Montecchios. Romeu e Julieta decidem se casar.
Com a ajuda de Frei Lourenço - esperançoso da reconciliação das famílias através da união dos dois jovens - eles conseguem se casar secretamente no dia seguinte. Teobaldo, primo de Julieta, sentindo-se ofendido pelo fato de Romeu ter fugido da festa, desafia o moço para um duelo. Romeu, que agora considera Teobaldo seu companheiro, recusa lutar com ele. Mercúcio sente-se incentivado a aceitar o duelo em nome de Romeu por conta de sua "calma submissão, vil e insultuosa". Durante o duelo, Mercúcio é fatalmente ferido e Romeu, irritado com a morte do amigo, prossegue o confronto e mata Teobaldo. O Príncipe decide exilar Romeu de Verona por conta do assassinato salientando que, se ele retornar, terá sua última hora. Capuleto, interpretando erroneamente a dor de Julieta, concorda em casá-la imediatamente com o Conde Páris e ameaça deserdá-la quando ela recusa-se a se tornar a "alegre noiva" de Páris. Quando ela pede, em seguida, o adiantamento do casamento, a mãe lhe rejeita. Quando escurece, Romeu, secretamente, passa toda a noite no quarto de Julieta, onde eles consumam seu casamento.
A mensagem, contudo, termina sendo extraviada e Romeu pensa que Julieta realmente está morta quando o criado Baltasar lhe conta o ocorrido. Amargamente, o protagonista compra um veneno fatal de um boticário que encontra no meio do caminho e dirige-se para a cripta dos Capuletos. Por lá, ele defronta-se com a figura de Páris. Acreditando que Romeu fosse um vândalo, Páris confronta-se contra o desconhecido e, na batalha, o segundo dos dois assassina o outro. Ainda acreditando que sua amada está morta, ele bebe a poção. Julieta acaba acordando e, descobrindo a morte de Romeu, se suicida com o punhal dele, vendo que a poção do moço não possuía mais nenhuma gota. As duas famílias e o Príncipe se encontram na tumba e descobrem os três mortos. Frei Lourenço reconta a história do amor impossível dos jovens para as duas famílias que agora se reconciliam pela morte dos seus filhos. A peça termina com a elegia do Príncipe para os amantes: "Jamais história alguma houve mais dolorosa / Do que a de Julieta e a do seu Romeu."No dia seguinte, Julieta visita Frei Lourenço pedindo-lhe ajuda para escapar do casamento, e o Frei lhe oferece um pequeno frasco, aconselhando: "… bebe seu conteúdo, que pelas veias, logo, há de correr-te humor frio, de efeito entorpecedor, sem que a bater o pulso continue em seu curso normal, parando logo…" O frasco, se ingerido, faz com que a pessoa durma e fique num estado semelhante a morte, em coma por "duas horas e quarenta". Com a morte aparente, os familiares pensarão que a moça está morta e, assim, ela não se casará indesejadamente. Por fim, Lourenço promete que enviará um mensageiro para informar Romeu — ainda em exílio — do plano que irá uni-los e, assim, fazer com que ele retorne para Verona no mesmo momento em que a jovem despertar. Na noite antes do casamento, Julieta toma o remédio e, quando descobrem que ela está "morta", colocam seu corpo na cripta da família.
...e assim é a história...

... continuação... Parte IV.

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